Poucos temas atravessaram por tanto tempo a atuação de Garibalde Mendonça quanto a situação da Zona de Expansão. Há mais de duas décadas, o deputado acompanha a discussão territorial envolvendo Aracaju e São Cristóvão e mantém uma posição que voltou a defender com força: a população precisa participar da decisão sobre o futuro da região.
A discussão ganhou um novo capítulo após a homologação, pela Justiça Federal, do Termo de Concordância Técnica que estabelece o traçado da divisa entre os dois municípios. Diante desse novo cenário, Garibalde voltou a participar das discussões e reforçou que a definição territorial não pode ser analisada apenas sob uma perspectiva técnica.
Para o parlamentar, existe uma diferença fundamental entre desenhar uma linha no mapa e definir o destino de uma região onde vivem pessoas, famílias e comunidades que construíram vínculos ao longo dos anos.
É justamente essa perspectiva que tem orientado a atuação de Garibalde. Em vez de tratar a Zona de Expansão apenas como uma questão de limites municipais, o deputado defende que sejam considerados os impactos que uma eventual mudança poderá provocar na vida dos moradores.
Garibalde também mantém a defesa do plebiscito como instrumento para ouvir diretamente a população.
Para ele, aqueles que vivem na região precisam ter voz em uma decisão que poderá influenciar serviços públicos, infraestrutura, planejamento e a própria identidade das comunidades.
A insistência do deputado ganha peso justamente pelo tempo em que acompanha o assunto. São mais de 20 anos de participação em uma discussão que permanece sem uma solução capaz de encerrar todas as dúvidas e preocupações existentes entre os moradores.
Nesse novo momento, Garibalde deixa claro que não pretende abandonar a pauta. Ao participar das reuniões e dialogar com representantes políticos e com a comunidade, o parlamentar reafirma que continuará acompanhando cada etapa do processo.
A atuação de Garibalde também coloca uma questão importante no debate: uma decisão técnica pode estabelecer uma divisa, mas não necessariamente resolve as questões sociais e humanas existentes naquele território.
Por isso, a defesa do deputado é para que o processo seja conduzido com cautela, transparência e participação popular. Antes de qualquer definição que altere a relação da comunidade com o município, é necessário compreender como essa mudança será percebida e vivenciada pelos moradores.
Depois de mais de duas décadas acompanhando a Zona de Expansão, Garibalde Mendonça continua tratando o tema como uma questão de pessoas, e não apenas de território.
E é justamente essa posição que ele volta a reforçar: o futuro da Zona de Expansão não pode ser decidido somente por quem olha para o mapa; precisa também ser construído ouvindo quem vive dentro dele.

